quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Amamentar emagrece!!!

Tem gente que não amamenta por não querer ficar flácida depois, por não gostar, ou por sentir muita dor no início. Digo uma coisa: nos primeiros vinte dias de vida do Vinícius, amamentar era extremamente dolorido e extenuante. Ele queria mamar de hora em hora, por quarenta minutos, uma hora, uma hora e meia. Em cada peito! Uma noite ele ficou mamando por três horas consecutivas (uma hora e meia em cada seio), e duas horas depois ele queria mamar de novo! Nesse dia eu chorei. Disse pro Marido que havia algo errado com ele. Que uma criança saudável não faz isso. Que eu tinha pouco leite. Que meu leite era fraco. Que nada! Ele só queria mamar mesmo. Em 27 dias, o Vinícius ganhou 1,400 kg. O pediatra ficou empolgado. E eu aliviada... E posso dizer uma coisa com toda a certeza do mundo: foi esse "exagero" do Vinícius que me fez perder 10 kg (dos 12 kg que engordei na gravidez) em aproximadamente 1 mês. Então... peitos à mostra, e vamos que vamos!

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Para conscientizar a todos desses benefícios, um estudo realizado pela Universidade da Geórgia, nos EUA, comprovou que as mães que fizeram da amamentação a alimentação exclusiva do bebê, perderam mais peso ao longo de 12 semanas após o parto, em comparação àquelas que combinaram a amamentação a outros alimentos. Esse resultado foi obtido mesmo com uma ingestão maior de calorias e pouca atividade física. 

O estudo contou com a participação de 24 mães, com idades entre 19 e 45 anos. As 17 mulheres que amamentaram exclusivamente perderam mais peso, quando comparadas com as restantes, que introduziram outros alimentos ao cardápio do bebê. Porém, o resultado imediato foi o inverso, as mães do segundo grupo perderam mais peso inicialmente, mas, após a 8ª semana o primeiro grupo superou e perdeu mais medidas e gordura corporal. O ponto fundamental é que o corpo queima calorias produzindo leite, assim, apenas amamentando regularmente a mulher perde até 500 gramas por mês, 


As glândulas mamárias localizadas nos seios da mãe produzem entre 600 e 800 mililitros diários de leite. Quando o bebê suga o seio, o corpo libera ocitocina, que é um hormônio que age na contração uterina, fazendo com que o útero volte ao tamanho normal. Porém, não pára por ai. Outro hormônio liberado é a prolactina, que inibe a atividade dos ovários, funcionando como um anticoncepcional natural até o bebê completar seis meses. Os benefícios não param por aqui: ainda protege a mãe contra câncer de mama, doenças cardiovasculares e câncer de ovário, diminui a ansiedade e aumenta o vínculo afetivo com o bebê. (http://www.minhavida.com.br/conteudo/3413-Estudos-comprovam-amamentar-emagrece.htm)

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